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02/09/2008 17:55
Nome: LUCIANA
Significado: Feminino de Luciano. (latim) Nascido com o dia.
Nome: LUCIANE
Significado: Feminino de Luciano. (latim) Nascido com o dia.
Nome: LUCIANO
Significado: (latim) Derivado de Lúcio. (latim) Nascido com o dia.
Nome: LUCIANA
Significado: Feminino de Luciano. (latim) Nascido com o dia.
Nome: LUCIANE
Significado: Feminino de Luciano. (latim) Nascido com o dia.
Nome: LUCIANO
Significado: (latim) Derivado de Lúcio. (latim) Nascido com o dia.
Veridiana
Significado: (latim) Verídica, verdadeira.
Nome: ANELISE
Significado: Ane (Israel) Oração
Lise (Alemão) Consagrada a Deus
Nome: GUILHERME
Significado: (teutônico) O que protege, o protetor
Nome: LUAN
Significado: (latim) calmo, tranqüilo.
Nome: LARISSA
Significado: (grego) Cheia de alegria.
Primeira Letra: L
Significado: Essa coisa de grupo definitivamente não faz sua cabeça. Seu negócio é um de cada vez e, quando sai com um amigo ou um (a) paquera, não quer mais ninguém por perto. Nessas horas você fica totalmente à vontade, e, até tira de letra qualquer desentendimento que possa surgir. Agora, se há uma coisa que deixa você nervoso (a) é ter que tomar uma decisão. Ufa, como é difícil, não? Por isso, às vezes, você parecia teimosa (o). Ou preguiçosa (o) e desligada (o). Mas é tudo fuga.
Nome: FERNANDA
Significado: Feminino de Fernando. (teutônico) Ousado, alto.
(obs... alto??? tinha que ser o do Lu)
Primeira Letra: F
Significado: Romântico (a), divertido (a) e cheio (a) de amor para dar, você quer que todos gostem de você, e não economiza gentileza e simpátia. Adora ser o centro das atenções e, da vida, quer apenas o melhor: dinheiro, poder, sucesso... Mas basta aparecer uma criança que seu coração derrete. Quanto ao lado negativo, bem, você tem um certo ar de mandão (dona) e pode se tornar muito egoísta se continuar se preocupando tanto com as coisas e com você. Afinal ninguém tem obrigação de ser perfeito.
agora vcs entendemmmmm!!
enviada por aquelas garotas...
02/09/2008 17:39
leis da atração...
Existe uma infinidade de opiniões sobre a lei da atração e, com elas, explicações das mais variadas para sustentar tais opiniões. Uma das mais comuns entre aqueles que não acreditam na existência da lei da atração (e, objeto deste artigo) é que as manifestações que as pessoas afirmam ter nada mais são do que o Sistema de Ativação Reticular (SAR) em ação.
O que é o Sistema de Ativação Reticular?
É um mecanismo que temos no cérebro responsável pela filtragem das informações que percebemos conscientemente. A cada instante o cérebro é bombardeado por milhões de estímulos sensoriais, mas conscientemente só percebemos uma pequena fração destes estímulos, pois (conscientemente) não conseguimos processá-los simultaneamente na sua totalidade. Então, a função do Sistema de Ativação Reticular é filtrar estes dados trazendo à nossa consciência apenas aqueles que são relevantes em cada momento.
Vamos a exemplos práticos:
Exemplo 1: Você está lendo este texto, então sua atenção está no que você está lendo. Ao fazer isso, você dá ao cérebro uma instrução para prestar atenção a esta informação. O Sistema de Ativação Reticular entra em ação filtrando os estímulos que não são relevantes a esta tarefa, então neste momento você retém o foco no que está lendo e permanece, ainda, consciente sobre mais algumas coisas sobre as quais também passou instruções ao cérebro - tais como, por exemplo, a água que deixou fervendo enquanto está lendo, o horário, etc. Mas você está consciente de uma ínfima parcela das informações que fazem parte da sua realidade neste momento. Se eu disser a você páre de ler por um segundo e preste atenção nos sons à sua volta ou sinta a roupa no seu corpo, uma nova instrução é dada ao cérebro e você passa a perceber conscientemente coisas que já estavam ali, mas que o Sistema de Ativação Reticular estava filtrando porque não tinham relevância.
Exemplo 2: é o exemplo mais clássico sobre o SAR. Você compra um carro novo e de repente começa a ver aquele modelo de carro nas ruas com uma freqüência muito maior do que percebia anteriormente. Aqueles carros sempre estiveram ali, mas você não os percebia conscientemente. O Sistema de Ativação Reticular filtrava esta informação porque ela não era relevante pra você, mas a partir do momento em que você adquire um carro novo, isso muda sua percepção sobre os carros que vê na rua.
O argumento dos céticos:
A Lei da Atração nada mais é do que o Sistema de Ativação Reticular em ação. Você foca naquilo que quer atrair e este mecanismo natural do cérebro passa a buscar as referências relevantes a esta instrução dada ao cérebro. É por isso que de uma hora pra outra as pessoas começam a achar que estão experimentando uma grande quantidade de coincidências, notam coisas que antes não notavam e aí acham que isso é algo mágico, atribuído à lei da atração, quando na verdade nada mais é do que um mecanismo inerente ao cérebro.
Por que a Lei da Atração não é apenas o Sistema de Ativação Reticular em ação:
Eu sou obrigada a concordar que o SAR indubitavelmente ajuda no desenvolvimento de uma manifestação. Sim, de fato, quando colocamos nosso foco deliberadamente em algo que queremos, estamos dando instruções ao cérebro para que ele busque referências compatíveis com esta instrução. Isso é muito bem-vindo, mas que me desculpem os céticos, o RAS não explica todo o rol de outros tipos de eventos atribuídos à lei da atração. É evidente que quando eu comecei a ler sobre a lei da atração isso também me passou pela cabeça. Mas quando eventos totalmente independentes da minha PERCEPÇÃO começaram a acontecer, eu tive que rever minha posição. A consistência destes eventos sobre os quais eu não tive nenhuma ação direta, em relação às instruções mentais que eu adotei, foi inquestionável.
É também compreensível que alguém que nunca tenha tido uma experiência deste tipo, duvide desta possibilidade. E eu não estou aqui para convencer os céticos convictos, primeiro porque esta não é minha intenção com este blog e segundo porque céticos convictos não aceitam argumentos referenciando experiências que eles próprios não tiveram pessoalmente - e eu até concordo com esta postura, mas fato é que, ironicamente, a própria lei da atração vai lhes trazer evidências que suportem seu ceticismo convicto, eliminando a possibilidade de terem tais experiências capazes de desafiar seu ceticismo.
Mas, aos que buscam esclarecimento sobre a possibilidade de a lei da atração se resumir à ação do Sistema de Ativação Reticular ou não, vamos a um exemplo hipotético para ilustrar o que estou afirmando:
Se você resolve que quer mudar de carreira, decide-se por uma área e começa a ver vários anúncios de emprego dentro da área escolhida, isso pode ser explicado pelo SAR.
Se você resolve que quer mudar de carreira, decide-se por uma área e alguém com quem você nunca falou liga na sua casa por engano e acaba te oferecendo o emprego dos seus sonhos, isso está fora do espectro de informações que já estavam ali mas você não percebia. Este tipo de acontecimento independe de percepção e, portanto, não pode ser explicado pelo SAR. Este mecanismo do cérebro não estava excluindo da sua percepção consciente o telefone tocando e um desconhecido te oferecendo um emprego.
Pode soar como um exemplo extremo e muito pouco provável de acontecer, mas 1) é apenas um exemplo ilustrativo e 2) coisas desta natureza realmente acontecem. Algo deste gênero já aconteceu comigo, pessoalmente, mais de uma vez e já vi acontecer com uma grande quantidade de pessoas.
É claro que você pode optar por acreditar que isso foi uma coincidência. É uma escolha sua, mas esta escolha (crença, que se traduz em intenção) vai impedir que você tenha experiências pessoais que comprovem o meu argumento seguinte (e infelizmente, a experiência pessoal neste caso é insubstituível).
O que dizer quando estas coincidências acontecem consistentemente, em total alinhamento com as instruções que você deu ao cérebro (suas intenções), em uma freqüência totalmente incompatível com o que é estatisticamente provável? E quando você consegue reproduzir estas coincidências altamente improváveis consistentemente?
Isso não tem como ser explicado nem pelo RAS nem pela lei da probabilidade. Especialmente quando a experiência não é só sua e você lê relatos de pessoas com o mesmo tipo de manifestações ou, ainda melhor, presencia isso acontecendo com pessoas do seu contato pessoal.
O argumento fundamental não está na aleatoriedade de uma coincidência isolada, mas na combinação entre recorrência, grau de especificidade entre uma intenção e uma manifestação (coindicência) e, principalmente, na consistência destes padrões específicos recorrentes, padrões detectáveis entre focos mentais adotados e manifestações de eventos específicos, muitas vezes alheios a uma ação direta ou sequer indireta - e, definitivamente, independentes de percepção.
Os céticos jamais irão compreender isso porque seu próprio ceticismo repele experiências pessoais que possam confirmar o que estou afirmando e eles rejeitam relatos de outras pessoas porque não podem ser verificados pessoalmente. Ok, tudo é uma opção.
Mas toda vez que eu leio ou ouço esta argumentação sobre o Sistema de Ativação Reticular eu penso em escrever um artigo como este para esclarecer este equívoco. Eu não nego de forma alguma que o SAR exerce um papel importante em muitas manifestações. Até mesmo acho interessante observar este mecanismo em ação e, produtivo, fazer uso consciente dele. Por que não? O objetivo de qualquer pessoa quando se interessa pela lei da atração é ter maior controle consciente sobre sua realidade e seus objetivos e se o RAS pode ajudar nisso, não há por que negá-lo ou não utilizá-lo deliberadamente. No entanto, ele não é suficiente para explicar outros eventos que a lei da atração explica. Ou talvez haja, ainda, uma outra explicação que eu não encontrei ou que a ciência ainda desconhece. Mas a argumentação de que a lei da atração nada mais é do que o SAR em ação, isso sim é um grande equívoco, adotado apenas por aqueles que não se permitem passar por experiências pessoais que demonstrem o contrário.
leia mais em: http://www.leidaatracao.com/-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2/o-sistema-de-ativacao-reticular-e-a-lei-da-atracao/
enviada por aquelas garotas...
21/08/2008 14:29
CONSISTENTE!!
como funciona??
Como funciona a Lei de Murphy
Introdução
Você está preso em um congestionamento gigantesco e está louco para chegar em casa, mas para seu desânimo, percebe que todas as outras faixas parecem estar andando, menos a sua. Você muda de faixa, mas assim que passa para outra faixa, os carros param. Com o carro parado, você nota que todas as faixas (incluindo a que você acabou de abandonar) estão andando - menos a sua.
Bem-vindo ao irritante mundo da Lei de Murphy. Essa expressão diz que tudo que pode dar errado vai dar errado. E pode ser isso mesmo. Não é devido a algum poder misterioso que a lei tenha. Na verdade, somos nós que damos importância à Lei de Murphy. Quando tudo dá certo, nem pensamos nisso. Afinal, esperamos que as coisas funcionem a nosso favor. Mas quando algo dá errado, procuramos razões.
Pense sobre caminhar. Quantas vezes você chegou ao seu destino e pensou "Nossa! Eu caminho muito bem"? Mas se você tropeça no meio-fio e rala o joelho, aposto que você vai pensar por que isso tinha que acontecer com você.
A Lei de Murphy tira vantagem da nossa tendência de enfatizar o negativo e não perceber o que é positivo. Ela se baseia nas leis da probabilidade - a possibilidade matemática de que algo vai acontecer.
A lei captura nossa imaginação. A Lei de Murphy e seus desdobramentos foram reunidos em livros e sites. Várias bandas têm seu nome e a Lei de Murphy também é um nome popular para pubs irlandeses e tavernas pelo mundo todo. Também foi o nome de um filme de ação.
Mas a Lei de Murphy é um conceito relativamente novo, que data da metade do século passado. O mágico Adam Hull Shirk escreveu em um ensaio em 1928, "De Como Evitar as Coisas", relatando que, em um ato de mágica, nove de dez coisas que podem dar errado geralmente dão errado [fonte: American Dialect Society (em inglês)]. Mesmo antes disso, ela era chamada de Lei de Sod, que diz que qualquer coisa ruim que pode acontecer a um pobre ingênuo vai acontecer. Na verdade, a Lei de Murphy ainda é chamada de Lei de Sod na Inglaterra [fonte: As Leis de Murphy (em inglês)].
Neste artigo, falaremos sobre a Lei de Murphy, suas conseqüências e o seu impacto no nosso mundo. Na próxima seção, veremos a história por trás da Lei de Murphy.
Outras verdades universais
Apesar de a Lei de Murphy abordar muito bem o lado negativo e saturado das coisas, ela não se sustenta por si só. Desde sua popularização após os testes com o trenó-foguete na Base da Força Aérea de Edwards, observadores espertos criaram suas próprias leis.
Algumas ficaram famosas, como o Princípio de Peter, que diz que todas as pessoas um dia serão inevitavelmente promovidas a seu nível de incompetência, ou o comentário de O'Toole sobre a Lei de Murphy, argumentando que Murphy era um otimista. Há milhares de regras, leis, princípios e observações que foram criadas a partir da Lei de Murphy. Algumas são engraçadas, outras são sábias e outras ainda são legais. Algumas são observações antigas, consagradas.
Observação de Etorre - a outra faixa sempre anda mais rápido.
Distinção de Barth - há dois tipos de pessoas: as que dividem as pessoas em tipos e as que não o fazem.
Leide Acton - o poder corrompe; o poder absoluto corrompe absolutamente.
Lei de Boob - o que você perdeu está sempre no último lugar em que você procura.
Terceira Lei de Clarke - qualquer sociedade suficientemente avançada é indistinguível de mágica.
Regra de Franklin - abençoado seja aquele que nada espera, pois não se desapontará.
Lei de Issawi do Caminho do Progresso - um atalho é a maior distância entre dois pontos.
Lei de Mencken - quem pode, faz. Quem não pode, ensina.
Lei de Patton - um projeto bom hoje é melhor que um projeto perfeito amanhã.
Cada um desses ditados explica algum aspecto do universo de maneira simples, algumas vezes engraçada. Mesmo assim, a Lei de Murphy continua sendo a avó de todos os ditados. O que essa lei tem que achamos que explica a vida tão bem? Na próxima seção, veremos porque a Lei de Murphy é um conceito tão universal.
O fatalismo e o apelo da Lei de Murphy
Vince Bucci/AFP/Getty Images
Fatalismo? Uma piscina intocada
é tudo o que resta depois que uma
casa foi destruída por um tornado
em Laguna Beach, na Califórnia.
Então por que a Lei de Murphy é um conceito tão universal? Afinal, quando chegamos perto de uma tomada com um plugue de dois pinos projetado para encaixar de um jeito só, temos uma chance de 50% de encaixarmos do jeito certo. Por outro lado, também temos 50% de chance de encaixar errado. Talvez a melhor explicação para a nossa atração pela Lei de Murphy seja um senso latente de fatalismo.
Fatalismo é a idéia de que somos todos impotentes diante dos caprichos do destino. Essa idéia diz que as coisas que acontecem para nós são inevitáveis, como, por exemplo, aquele joelho ralado. É a idéia de que há uma certa lei universal em ação que gosta de brincar conosco.
O fatalismo contradiz outro conceito - o livre arbítrio. Essa é a idéia de que os homens possuem liberdade de escolha e que todas as nossas escolhas e as conseqüências que vêm com elas são de nossa responsabilidade.
Talvez nossa conexão com a Lei de Murphy seja o resultado do choque entre o livre arbítrio e o fatalismo. Por um lado, a Lei de Murphy nos revela nossa própria e inegável estupidez. Se tivermos a chance de fazer alguma coisa errada, faremos errado metade das vezes. Mas isto vem de nossas próprias escolhas. Por outro lado, a Lei de Murphy também nos revela nossa falta de controle, como no caso em que parece que sempre ficamos presos na faixa que não anda no trânsito.
A Lei de Murphy e a Lei da Entropia
Na verdade, a Lei de Murphy é sustentada por uma lei natural aceita: a entropia. Essa lei é usada com mais freqüência no estudo da termodinâmica - a maneira como a energia muda de uma forma para outra - e diz que, no universo, os sistemas tendem a acabar em desordem e confusão. A entropia, também conhecida como a segunda lei da termodinâmica, sustenta a afirmação da Lei de Murphy que diz que o que pode dar errado vai dar errado
A Lei de Murphy não prova nada, não explica nada. Simplesmente expressa uma máxima: que as coisas vão dar errado. Mas nós esquecemos de que há outras forças em ação quando falamos da Lei de Murphy. Supostamente, foi o escritor Rudyard Kipling quem disse que não interessa quantas vezes você derruba uma fatia de pão no chão pois ela sempre cai com a manteiga para baixo. Kipling, autor de "O Livro da Selva" entre outros, fez uma observação que a maioria de nós sabe: a vida é difícil, quase ao ponto de ser engraçada.
Mas quanto à fatia de pão com manteiga, devemos levar em conta o fato de que um lado está mais pesado que o outro. Significa que no seu caminho até o chão, o lado mais pesado vai virar para baixo graças à gravidade, e não vai virar para cima de volta justamente por causa da gravidade. Afinal o lado da manteiga é mais pesado do que o lado sem manteiga. Então Kipling estava certo - uma fatia de pão com manteiga vai sempre cair com a manteiga para baixo.
Na próxima capítulo, falaremos sobre a Lei de Murphy na matemática e na ciência e saberemos como a lei pode tornar nossas criações mais seguras e confiáveis.
Evitando a Lei de Murphy
Enquanto a maioria de nós gosta da Lei de Murphy pela capacidade de explicar nosso senso de impotência em certos casos, outros enxergam a lei como uma ferramenta. Pelo menos uma pessoa a vê como uma equação matemática que pode prever as chances de processos darem errado. Joel Pel, engenheiro biológico da University of British Columbia (em inglês), criou uma fórmula que prevê a ocorrência da Lei de Murphy.
A Lei de Murphy lembra aos engenheiros, programadores de computador (em inglês) e cientistas uma verdade muito simples: sistemas falham. Em alguns casos, a falha de um sistema significa que o experimento deve ser repetido. Em outros casos, o resultado de uma falha pode custar muito mais caro.
A NASA sabe disso. A agência espacial já teve inúmeras falhas e, apesar de o número ser proporcionalmente pequeno em relação ao seu sucesso, as falhas geralmente custam muito caro. Ironicamente, no caso de uma nave não tripulada em órbita, um conjunto de sensores tinha duas maneiras de ser conectado e - exatamente como aconteceu no teste Gee Whiz de Murphy - todos os sensores foram conectados de maneira incorreta. Quando os sensores não funcionaram como havia sido projetado, os pára-quedas, cujo propósito era diminuir a velocidade da nave não abriram, e a nave se estraçalhou no meio do deserto [fonte: MSNBC (em inglês)].
São exemplos como esse, junto com a consciência da Lei de Murphy, que levaram designers a instalar dispositivos de segurança. Há vários exemplos desses equipamentos à nossa volta. Alguns são sistemas que usam escolhas limitadas para reduzir erros, como pinos de tamanhos diferentes em um plugue elétrico. Outros são mecanismos que evitam que as coisas passem de ruim para pior em caso de falha, como as máquinas de cortar grama que têm alavancas que precisam ser pressionadas para a máquina funcionar. Se a pessoa que opera a máquina soltar a alavanca, o cortador pára de funcionar.
Dispositivos de segurança também são conhecidos como "à prova de idiotas". Mas a Lei de Murphy tende a entrar em ação, mesmo quando todo cuidado foi tomado para garantir que falhas ou catástrofes não aconteçam. Isso nos leva à última lei relacionada à Lei de Murphy que mencionaremos: a Lei de Grave, que diz que "se você faz algo à prova de idiotas, o mundo criará um idiota melhor".
enviada por aquelas garotas...
28/07/2008 01:32
apenas pra constar
amanha retorno as aulas...
voltando ao cotidiano normal...
(ou nem tanto)
deixando cicatrizes pra tras
seguindo em frente...
porque o importante é...
bjo na boca e ser feliz!
enviada por aquelas garotas...
22/04/2008 10:16
apenas tente sorrir!
sorrir em momentos de angustia alivia a alma da dor....
baile dos monarcas neste domingo dia 27 no ctg fogo de chão....
ingressos antecipados 12 reais...
Alma De Pampa
Essa gaita vos tocada tiroleia com os arreios
E o vento choraminga no meu peito seus floreios
Vem de longe essa magia que habita as bailantas
Traz a cor da poesia, e sua alma de pampa
Pra falar com minha cordeona não tem noite, não tem
dia
Ela guarda em sua caixa sonhos tantos e alegrias
Quando abre o seu fole escancara a emoção
Pra trilhar no mesmo tranco que o bater do coração
Refrão:
Mulheres prendam o cabelo
Os homens tirem o chapéu
Quando eu abro esssa cordeona
O galpão se veste de céu
Como é lindo o namoro da cordeona com o pandeiro
E o violão enciumado jogas as fichas bem faceiro
A platéia se enraíza de um lado ao outro da sala
Num compasso missioneiro da gaita velha baguala
Essa gaita bem gaúcha fuzarqueira dos bolichos
É o Rio Grande cantador nos altares dos bochinchos
As mãos santas de quem toca verbaliza o que é sagrado
E o fandango só termina com o sol comigo abraçado.
mais uma.... romance nesta musica é pouco!
Luiz Marenco - Última Lembrança
Luis Menezes
Última lembrança
Eu hei de amar-te sempre, sempre além da vida
Eu hei de amar-te muito além do nosso adeus
Eu hei de amar-te com a esperança já extinguida
De que meus lábios possam ter os lábios teus
Quando eu morrer permita deus que nesta hora
Ouças ao longe o cantar da cotovia
Será minh'alma que num canto triste chora
E nessa mágoa o teu nome pronuncia
(eu viverei eternamente nos cantares
Dos pobres loucos que dos versos fazem o ninho
Eu viverei para a glória dos pesares
Onde quase sucumbi nos teus carinhos)
Eu viverei no violão que a noite tomba
Ante a janela da silente madrugada
Eu viverei como uma sombra em tua sombra
Como poesia em teu caminho derramada
(eu viverei eternamente nos cantares
Dos pobres loucos que dos versos fazem o ninho
Eu viverei para a glória dos pesares
Onde quase sucumbi nos teus carinhos)
Nem mesmo o tempo apagará nossos amores
Que floresceram de uma ilusão febril e mansa
Eu viverei como uma sombra em tua sombra
Mas te levando em minha última lembrança
bjus
enviada por aquelas garotas...
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